Mais de 600 mudas são plantadas na Região Metropolitana de Curitiba em parceria entre Mater Natura e DC Logistics Brasil

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Ação aconteceu em área do projeto Alto Iguaçu: Florestas Mais Seguras, no município de Campo Magro (PR)

Ação do Mater Natura e DC Logistics Brasil realizou o plantio de mais de 600 mudas – Foto: Acervo Mater Natura

Em ação conjunta entre o Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais e a DC Logistics Brasil, realizamos o plantio de 636 mudas em Campo Magro (PR). Essa é a segunda edição da parceria, com o objetivo de contribuir para a recuperação ambiental por meio da implantação de espécies nativas da Mata Atlântica, unindo a atividade de restauração ecológica com a participação voluntária dos colaboradores da empresa.

O local escolhido para o plantio está na região onde desenvolvemos o projeto Alto Iguaçu: Florestas Mais Seguras, na Região Metropolitana de Curitiba, que está restaurando 42 hectares de vegetação nativa na bacia do Alto Iguaçu.

A DC Logistics oferta serviços de logística relacionada a cargas há mais de 30 anos, em Joinville (SC). Há 10 anos, a empresa realiza este tipo de ação voluntária, para integrar seus colaboradores ao meio ambiente e promover a conscientização ambiental da equipe, a partir do seu Programa de Responsabilidade Socioambiental.

Entre as 24 espécies nativas plantadas no encontro, estão: 

  • Araucaria angustifolia (araucária)
  • Ilex paraguariensis (erva-mate)
  • Cedrela fissilis (cedro)
  • Mimosa scabrella (bracatinga)
  • Campomanesia xanthocarpa (guabiroba)
  • Eugenia uniflora (pitanga)
  • Handroanthus albus (ipê-amarelo)
  • Handroanthus heptaphyllus (ipê-roxo)
  • Eugenia pyriformis (uvaia)
  • Syagrus romanzoffiana (jerivá).

A execução contou com planejamento técnico, preparo dos pontos de plantio, abertura e adequação dos berços, aplicação dos insumos previstos e implantação das mudas. A equipe do Mater Natura realizou o acompanhamento técnico da atividade e orientou os voluntários da DC Logistics sobre os procedimentos de plantio, os cuidados iniciais com as mudas e as boas práticas ambientais. 

Um aspecto importante desta edição é a continuidade das ações de restauração no mesmo local que recebeu a ação em 2025. Essa estratégia permite ampliar a área em processo de recuperação e acompanhar a evolução das mudas anteriormente plantadas, contribuindo para uma abordagem de restauração que observa o desenvolvimento da vegetação ao longo do tempo.   

Para o Mater Natura, a iniciativa representa uma oportunidade de ampliar o conhecimento técnico em restauração ecológica, aproximando diferentes públicos das práticas de conservação da Mata Atlântica. O trabalho realizado em Campo Magro demonstra a importância de iniciativas que associam restauração ecológica, planejamento técnico, participação social e parceria institucional. 

Sobre o projeto Alto Iguaçu: Florestas Mais Seguras

O projeto é financiado pela Água Segura (Piamerica S.A.) e abrange a região das bacias hidrográficas do Alto Iguaçu e Alto Ribeira, priorizando áreas fundamentais para a infiltração de água, recarga subterrânea e regulação dos fluxos hídricos na Região Metropolitana de Curitiba. Entre 2024 e 2025, iniciamos a restauração de 42,17 hectares de Floresta Ombrófila Mista (Mata com Araucárias) nos municípios de Campo Largo, Campo Magro, Almirante Tamandaré e São José dos Pinhais. Cerca de 67.481 mudas de espécies nativas foram plantadas neste período do projeto, que visa ainda fortalecer a cadeia produtiva de restauração ecológica da região.

Além da restauração em si, o monitoramento das áreas é realizado a partir de um programa com duração entre os anos de 2025 e 2030, a partir da instalação de 58 parcelas permanentes de monitoramento, levantamentos periódicos de indicadores ambientais e uso de tecnologias como drones, imagens aéreas e geoprocessamento para avaliar a evolução da restauração. 

O objetivo do Alto Iguaçu: Florestas Mais Seguras é reforçar a importância da restauração de ecossistemas nativos para aumentar a resiliência hídrica da Região Metropolitana de Curitiba, ampliar estoques de carbono, recuperar habitats e reconectar paisagens da Mata Atlântica. 

Confira registros da ação:

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