Elaboração do Plano de Manejo da RPPN Tarumã

Financiador: Aliança para a Conservação da Mata Atlântica
Início: 2008
Término: 2009
Financiador: Aliança para Conservação da Mata Atlântica

 

Elaboração do Plano de Manejo da RPPN Tarumã

 

Participação do Mater Natura no Projeto: Instituição proponente e executora

Financiador: Aliança para Conservação da Mata Atlântica

Parceiros: Associação Paranaense de Proprietários de RPPN (RPPN-PR)

Equipe Executora:
Coordenadora técnica: Karina Luiza de Oliveira
Coordenador RPPN-Tarumã: Luiz Eduardo Veiga Lopes
Equipe Técnica: Carolina Regina Cury Muller; Jefferson Luiz Tesseroli Silvério; Roberto Bóçon e Luiz Antônio Zilli

 

Descrição:

O objetivo geral do projeto foi o de elaborar o Plano de Manejo da RPPN Tarumã, de forma a adequá-la à legislação ambiental vigente e fortalecê-la junto ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

A área onde se localiza a RPPN Tarumã fazia parte da Fazenda Santa Rita, adquirida em 1943 por Ângelo Lopes, pai dos atuais proprietários: Rachel Veiga Lopes, José Carlos Veiga Lopes e Luiz Eduardo Veiga Lopes. A RPPN Tarumã tem 847,00 ha, sendo 404,00 ha localizados no município de Campo Largo (PR) e 443,00 ha no município de Palmeira (PR).

Encontra-se inserida na APA da Escarpa Devoniana a aproximadamente 10 km do Parque Estadual de Vila Velha. A região da RPPN foi considerada pelo Ministério do Meio Ambiente como sendo de alta prioridade para conservação. Esta área visa garantir a conservação de remanescentes de Floresta Ombrófila Mista (Floresta com Araucária) e servir de habitat para fauna da região.

A elaboração do Plano de Manejo seguiu as orientações contidas no “Roteiro Metodológico para Elaboração de Plano de Manejo para Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN)”. Foram realizados levantamentos de informações secundárias e primárias da região e da propriedade, bem como a produção de mapas temáticos e, com base nestas informações definidos os programas de manejo e o zoneamento da RPPN.

Para a definição do zoneamento e dos programas de manejo foi realizada uma oficina de planejamento contando com a participação dos proprietários e funcionários da RPPN, representantes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e equipe do projeto.

O Plano de Manejo foi aprovado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), órgão responsável pela gestão das unidades de conservação estaduais.

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