Catálogo inédito de espécies de flora, Quilombo atuando com coleta de sementes e muito mais ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­ ͏ ‌     ­
Olha o Clima Litoral
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Olá, . Tudo bem?

Conservar a biodiversidade exige conhecimento, ação e, principalmente, conexão entre pessoas e territórios. Nesta edição, reunimos iniciativas que mostram diferentes dimensões desse trabalho: a pesquisa que ajudou a consolidar o catálogo de quase 1,3 mil espécies de plantas do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange; a restauração ecológica que ganha escala e novas abordagens; e a experiência do Quilombo Rio Verde, onde a coleta de sementes nativas aproxima conservação da floresta, valorização dos conhecimentos locais e geração de renda.

Essa construção também passa pelo envolvimento direto da sociedade. Em setembro, centenas de voluntários foram mobilizados para retirar mais de seis toneladas de resíduos sólidos de praias e manguezais do litoral do Paraná, enquanto ações de educação ambiental e diálogo levaram a pauta climática às comunidades e aproximaram diferentes públicos dos desafios da conservação. As ações deste mês reforçam uma ideia que atravessa a atuação do Mater Natura: conservar a natureza é um esforço coletivo, que depende de ciência, participação social, cooperação e continuidade.

🌿 Saiba mais nas notícias a seguir. Boa leitura!

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notícias

Mater Natura contribui para catálogo com quase 1,3 mil espécies de plantas do Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange

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O Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (PNSHL), no litoral do Paraná, acaba de ganhar um importante instrumento para o conhecimento e a conservação de sua biodiversidade. A lista inédita da flora da Unidade de Conservação foi publicada no Catálogo de Plantas das Unidades de Conservação do Brasil, plataforma do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), reunindo 1.295 espécies de plantas registradas na área.

Leia mais
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Mutirões recolhem mais de 6 toneladas de resíduos sólidos em praias e manguezais do litoral do Paraná

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Mais de 6 toneladas de resíduos foram retiradas do litoral do Paraná em ações do Dia Mundial de Limpeza de Rios, Praias e Lagos, realizadas nos dias 17 e 19 de setembro. Ao todo, cerca de 360 voluntários participaram da mobilização em Antonina, Pontal do Paraná, Paranaguá e Guaratuba, reunindo projetos socioambientais, organizações da sociedade civil (OSCs), universidades, poder público, associações de coletores, pescadores, empresas e instituições de ensino. Participamos da organização do movimento pelo projeto "Olha o Clima, Litoral!".

Veja como foi!
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Sementes do Quilombo Rio Verde fortalecem restauração ecológica e geração de renda no litoral do Paraná

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Manter a floresta em pé e ao mesmo tempo transformá-la em uma aliada para a geração de renda, valorizando a biodiversidade e o território: foi com essa proposta que o projeto Sementes e Mudas do Quilombo para a Grande Reserva realizou um ciclo de atividades no Quilombo Rio Verde, em Guaraqueçaba (PR), deixando como principal legado a comunidade mais preparada para ocupar um espaço estratégico na cadeia da restauração ecológica. O projeto foi realizado de 2024 a 2026, com financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza – FGBPN.
Conheça as ações e resultados
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Mater Natura recebe etapa Sul de curso sobre Regeneração Natural Assistida na Mata Atlântica

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Nos dias 22 e 23 de setembro recebemos, junto com a Sociedade Chauá, em Campo Largo (PR), a etapa presencial da Região Sul do Curso de Restauração por Regeneração Natural Assistida (RNA). A formação é promovida pelo Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, em parceria com o Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS).

Nós atuamos como Unidade Regional do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica no Paraná e fomos a instituição anfitriã da etapa Sul, realizada na Sociedade Chauá. Ao todo, 33 profissionais e representantes de 15 instituições dedicadas à recuperação da Mata Atlântica participaram de dois dias de atividades teóricas e práticas, discussões e troca de experiências sobre a aplicação da Regeneração Natural Assistida.

Saiba mais
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Mais de 600 mudas são plantadas na Região Metropolitana de Curitiba em parceria entre Mater Natura e DC Logistics Brasil

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Em ação conjunta entre o Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais e a DC Logistics Brasil, realizamos o plantio de 636 mudas em Campo Magro (PR). Essa é a segunda edição da parceria, com o objetivo de contribuir para a recuperação ambiental com a implantação de espécies nativas da Mata Atlântica, unindo a atividade de restauração ecológica com a participação voluntária dos colaboradores da empresa.

O local escolhido para o plantio está na região onde desenvolvemos o projeto Alto Iguaçu: Florestas Mais Seguras, na Região Metropolitana de Curitiba, que está restaurando 42 hectares de vegetação nativa na bacia do Alto Iguaçu.

Confira como foi!
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Cartilha mostra por que as Unidades de Conservação fazem parte da vida de todos

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De onde vem a água que chega à nossa torneira? O que as florestas têm a ver com o clima, a produção de alimentos e a economia? E por que fortalecer as Unidades de Conservação é importante mesmo para quem vive longe de uma área protegida?

Essas são algumas das questões abordadas na cartilha “#VivaAConservação – Pelo fortalecimento das UCs”, produzida pelo Mater Natura. A publicação faz parte da campanha #VivaAConservação, que busca ampliar o conhecimento sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e mobilizar a sociedade em defesa do fortalecimento das áreas protegidas.

Conheça a cartilha
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Articulação, participação social e trocas de conhecimentos em diferentes espaços

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Entre encontros nacionais, espaços de governança, atividades de educação ambiental e construção participativa de conhecimento, as atividades realizadas nas últimas semanas envolveram redes e organizações socioambientais, gestores públicos, pesquisadores, comunidades, profissionais do turismo, estudantes e instituições de ensino.

Estivemos na Conferência Entre Campos, Florestas e Cidades; recebemos estudantes que querem unir robótica e conservação do meio ambiente; fomos organizadores de uma grande mobilização para limpeza de praias, rios e manguezais e promovemos oficinas e distribuímos cartilhas educativas no litoral do Paraná; entre outras atividades.

Confira
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Desmatamento da Mata Atlântica cai 85% em 4 anos, no Paraná

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Em maio deste ano, a Fundação SOS Mata Atlântica e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgaram o Atlas dos Remanescentes da Mata Atlântica, referente ao período de 2024-2025. No estudo, foi registrada uma queda histórica em 40 anos de monitoramento do bioma: de 14,3 mil a 8,7 mil hectares de desflorestamento nos estados brasileiros que concentram fragmentos de vegetação.

“Considerando as últimas décadas, tivemos altos e baixos nas políticas ambientais governamentais”, conta Paulo Pizzi, presidente do Mater Natura, instituto de proteção ambiental que atua na Mata Atlântica. O apoio dos governos é peça-chave para que as instituições tenham recursos na aplicação de projetos no bioma. 

Leia o texto no BdF PR

Voluntários recolhem mais de 6 toneladas de lixo em praias e manguezais do litoral do Paraná; veja o que eles encontraram

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Uma ação que mobilizou cerca de 360 voluntários em quatro municípios do Litoral do Paraná recolheu mais de 6 toneladas de resíduos de praias, rios e manguezais durante o Dia Mundial de Limpeza de Rios, Praias e Lagos, realizadas nos dias 17 e 19 de setembro. Os voluntários participaram da mobilização em Antonina, Pontal do Paraná, Paranaguá e Guaratuba, reunindo projetos socioambientais, organizações da sociedade civil (OSCs), universidades, poder público, associações de coletores, pescadores, empresas e instituições de ensino.

Confira no Bem Paraná

Antonina retira uma tonelada de lixo em mutirão ecológico

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Uma força-tarefa realizada na última quinta-feira (17) recolheu aproximadamente uma tonelada de lixo e detritos da Baía de Antonina, no litoral paranaense. A mobilização ocorreu em comemoração ao Dia Mundial da Limpeza e teve como foco principal a recuperação de manguezais, rios e áreas de orla do município.

Confira a matéria completa
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Combate a fakenews e eleições

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Para identificar uma possível fake news, alguns sinais merecem atenção: títulos muito apelativos ou alarmistas, fontes desconhecidas, endereços de sites que imitam veículos de imprensa, notícias antigas apresentadas como atuais, erros de português, opiniões disfarçadas de informação e mensagens que fazem forte apelo para que o conteúdo seja compartilhado. Antes de repassar uma informação, vale conferir a fonte, a data e o contexto completo e verificar se ela foi publicada por outros veículos confiáveis. Áudios, imagens e vídeos também precisam ser checados, já que podem ser manipulados, inclusive com inteligência artificial. Em caso de dúvida, consulte agências de verificação como a Agência Lupa e o Aos Fatos, além da plataforma Fato ou Boato, da Justiça Eleitoral, que reúne esclarecimentos sobre conteúdos relacionados às eleições.

Também é possível denunciar conteúdos falsos ou enganosos. O Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), do TSE recebe, de forma anônima, alertas sobre desinformação relacionada às urnas, ao processo eleitoral e à integridade das eleições. Já irregularidades envolvendo candidatos, partidos, propaganda e pesquisas eleitorais devem ser encaminhadas pelo aplicativo Pardal. Conteúdos suspeitos também podem ser denunciados diretamente na rede social ou plataforma em que foram publicados. E uma regra básica ajuda a reduzir a circulação da desinformação: se não tiver certeza de que a informação é verdadeira, não compartilhe.

Acesse o Sistema de Alertas do TSE
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